World CupBrazil -- Japan17:00World CupGermany -- Paraguay20:30World CupNetherlands -- Morocco01:00World CupIvory Coast -- Norway17:00World CupFrance -- Sweden21:00World CupMexico -- Ecuador01:00World CupEngland -- Congo DR16:00World CupBelgium -- Senegal20:00World CupUSA -- Bosnia & Herzegovina00:00World CupSpain -- Austria19:00World CupPortugal -- Croatia23:00World CupSwitzerland -- Algeria03:00World CupAustralia -- Egypt18:00World CupArgentina -- Cape Verde Islands22:00World CupBrazil -- Japan17:00World CupGermany -- Paraguay20:30World CupNetherlands -- Morocco01:00World CupIvory Coast -- Norway17:00World CupFrance -- Sweden21:00World CupMexico -- Ecuador01:00World CupEngland -- Congo DR16:00World CupBelgium -- Senegal20:00World CupUSA -- Bosnia & Herzegovina00:00World CupSpain -- Austria19:00World CupPortugal -- Croatia23:00World CupSwitzerland -- Algeria03:00World CupAustralia -- Egypt18:00World CupArgentina -- Cape Verde Islands22:00
Voltar às notícias
Futebol

O retrato da Escócia na Copa do Mundo: solidez atrás, pouca inspiração na frente

A Escócia soma três pontos após vencer o Haiti e perder por margem mínima para o Marrocos, e agora depende do último jogo contra o Brasil para definir sua situação no Grupo C.

O retrato da Escócia na Copa do Mundo: solidez atrás, pouca inspiração na frente
Crédito da imagem: bbc.com

A Escócia tem três pontos nas duas primeiras partidas da Copa do Mundo, depois da vitória por 1 a 0 sobre o Haiti e da derrota por 1 a 0 para o Marrocos. O caminho até a fase de mata-mata continua aberto, mas o duelo com o Brasil vai indicar o quão segura é essa posição.

A principal preocupação está no rendimento ofensivo. Mesmo vencendo o Haiti, a Escócia foi superada em finalizações e em xG; contra o Marrocos, terminou sem um chute no alvo. Che Adams foi substituído por Lyndon Dykes aos 71 minutos nessa partida, após participar pouco do jogo, enquanto outras opções para o ataque podem ganhar importância antes da partida contra o Brasil.

Na defesa, porém, houve sinais mais positivos. O gol cedo de Ismael Saibari expôs a equipe logo de início, mas a linha defensiva reagiu e evitou que o dano aumentasse. As intervenções de Jack Hendry chamaram atenção, e Angus Gunn reforçou sua candidatura à titularidade no gol depois de não sofrer gols contra o Haiti e fazer defesas importantes contra o Marrocos.

O equilíbrio do meio-campo segue como outro problema, especialmente sem Billy Gilmour, fora por causa da lesão no joelho sofrida antes do torneio. A Escócia não conseguiu controlar a posse nem construir ataques pelo centro com consistência, o que aumentou a dependência de bolas diretas e deixou os atacantes mais isolados. A dúvida agora é se Steve Clarke vai priorizar segurança contra o Brasil ou se vai adicionar mais velocidade e risco com jogadores como Ben Gannon-Doak ou Findlay Curtis.

Fontes e direitos autorais

Este artigo não reproduz nenhuma fonte na íntegra. Foi construído a partir de fatos públicos e trabalho editorial; os links originais pertencem aos seus autores.

Fontes públicas

Este artigo pode usar IA para resumo, tradução ou suporte de SEO, e é revisado por editores antes da publicação.

Discussão

    Leitura relacionada

    Notícias
    O debate sobre o comando da Escócia começa após a saída de Clarke
    Redação1 min
    Notícias
    Canadá vai às oitavas após gol de Eustaquio no fim contra a África do Sul
    Redação1 min
    Notícias
    Ancelotti mantém o Brasil focado enquanto o duelo com o Japão se aproxima
    Redação2 min
    Notícias
    A liderança da seleção dos EUA vai além da braçadeira de Tim Ream
    Redação1 min